Tempo de tela que aproxima
Muitas famílias vivem o mesmo dilema: a criança quer ficar no celular ou tablet, e a preocupação com o excesso de tela é grande. Faz sentido. A OMS recomenda no máximo 1–2 horas por dia para crianças, e o conteúdo aberto da internet — redes sociais, vídeos curtos, jogos sem supervisão — realmente não ajuda no desenvolvimento.
Mas o problema não é a tela. É o que passa nela.
O ELO ocupa o tempo de tela com atividades que têm função: jogos que treinam atenção compartilhada, imitação, reconhecimento de emoções e comunicação. Cada partida de 5 a 15 minutos é desenhada para ensinar algo que a criança vai usar fora da tela. E as missões-ponte — pequenas tarefas que a criança faz com a família no mundo real — garantem que o aprendizado saia do aparelho e entre na rotina.
A família não precisa brigar contra a tela: pode trocar o que passa nela por conteúdo que aproxima.